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“Entre tantos papéis e caminhos, descobri que meu lugar não estava nas pessoas, nem em coisas que eu deveria ter ou em algum lugar onde eu precisasse chegar.

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Meu lugar estava em mim, na minha essência. E, a partir dele, caminhar no mundo e com o outro se torna muito mais leve."

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Cris Lacerda

História

Cris Lacerda

Muitas experiências. Muitos papéis. Uma essência que sempre esteve ali.

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Se tem uma coisa que sempre fez parte de mim, foi a curiosidade pela vida e pelas pessoas.

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Minha trajetória nunca aconteceu em linha reta. Fui professora, trabalhei com moda, decoração, desenvolvimento humano, treinamentos, tecnologia e, em meio a tudo isso, desde garota me interessei por tudo que envolvia autoconhecimento. Estudei e experimentei diferentes práticas ligadas à mente, ao corpo e às emoções.

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Durante muito tempo, todos esses estudos, papéis e caminhos nunca foram um problema para mim. Ao contrário: eu gostava de dizer que tinha a oportunidade de viver muitas vidas em uma só. 

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Eu simplesmente seguia o fluxo: estudava, aprendia, experimentava, mudava, começava de novo.

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Isso não significa que o caminho fosse sempre tranquilo. Volta e meia, perdas e desafios davam aquela sacudida. Mas eu seguia. Com confiança, ia ajustando a rota e avançando — com coragem e medo, lado a lado.

 

Até que me deparei com um desafio inesperado que abalou minha confiança e aquela sensação de potência quase infinita que sempre havia me acompanhado.

 

Pela primeira vez, precisei encarar algo que eu não podia resolver: NÃO, eu não tinha controle sobre tudo.

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Demorei um tempo para processar isso. Apesar da fluidez, da confiança e da positividade que sempre fizeram parte de mim, aquela ruptura me levou a um lugar até então desconhecido: a sensação de impotência.

 

E foi justamente quando já não estava em minhas mãos resolver ou controlar o que acontecia que meu olhar sobre o autoconhecimento se expandiu para muito além das vivências, livros, estudos e certificações que eu havia colecionado ao longo da vida.

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Não se tratava de encontrar uma versão melhor de mim mesma.

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Tratava-se de reconhecer quem eu sou, em essência.

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E, a partir daí, começar a distinguir o que estava em minhas mãos e o que não estava; reconhecer o que era meu e o que pertencia ao outro; e soltar, pouco a pouco, a necessidade de controlar aquilo que não me cabia.

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E o fluxo voltou.

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Mas voltou diferente.

 

Mais leve. Com menos necessidade de 'harmonizar' o tempo todo a vida, o outro e aquilo que não estava em minhas mãos. E com mais espaço para reconhecer meu próprio lugar, fazer minhas escolhas e me relacionar com o outro e com o mundo a partir de quem eu sou.

 

E assim sigo minha jornada — sempre cheia de desafios, é claro, rss... Mas agora com um olhar que vem fazendo uma diferença enorme na qualidade dessa minha aventura de viver.  : )

Muitas Vidas numa só Cris.png

A BELEZA de VIVER MUITAS VIDAS numa só CRIS

​Quando olho para minha trajetória, percebo que nunca existiu apenas uma Cris acontecendo de cada vez.

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Enquanto trabalhava, eu estudava. Enquanto estudava, experimentava. Enquanto construía uma profissão, já estava curiosa por outro universo que parecia não ter nenhuma relação com o anterior.

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Fui professora, vivi o teatro e a música, trabalhei com moda, decoração e arte, desenvolvimento humano, treinamentos, Recursos Humanos e tecnologia. Durante muitos anos, também cantei em um coral que me levou a diferentes lugares do mundo.

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E, paralelamente a tudo isso, desde muito jovem fui mergulhando no universo do autoconhecimento e estudando diferentes formas de compreender o ser humano, suas relações e sua maneira de estar no mundo.

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Passei por campos tão diferentes quanto Psicologia Positiva, desenvolvimento humano, PNL, neurociência, estudos sobre sistemas e relações e diferentes práticas integrativas.

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Durante muito tempo, eu achava que estava apenas seguindo minha curiosidade. Hoje percebo que também estava construindo repertório.

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E havia algo que eu fazia quase sem perceber: juntar mundos.

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Conhecimentos sobre pessoas entravam no meu trabalho. Estudos sobre ambientes se encontravam com decoração. A pedagogia encontrou o desenvolvimento humano. O desenvolvimento humano me levou para dentro de navios e organizações. E, mais tarde, até a tecnologia se tornou outro lugar de aprendizagem sobre pessoas, relações e mudanças.

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Talvez por isso eu tenha tanta dificuldade em definir minha trajetória por uma única profissão ou formação.

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Nunca foi uma coisa só.

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Foi a soma de muitos olhares, experiências, estudos, encontros e caminhos que, aos poucos, foi formando a maneira como hoje compreendo o ser humano — e também a maneira como nasceu o Essência Inata. 

DE TUDO O QUE VIVI, O QUE TRAGO COMIGO HOJE

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Meu universo profissional iniciou na Educação, sendo permeada pela formação em Pedagogia e, assim como minha trajetória, nunca ficou restrita a um único campo.

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Ao longo dos anos, fui ampliando meu repertório por diferentes áreas do desenvolvimento humano e do autoconhecimento, passando pela Psicologia Positiva, Programação Neurolinguística (PNL), Neurociência, Biologia Moderna e Física Quântica, estudos sobre relações e sistemas e diferentes práticas integrativas, metafísicas, dentre outras abordagens que fizeram parte da minha caminhada.

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Algumas continuam presentes no meu trabalho. Outras cumpriram seu papel naquele momento e ficaram pelo caminho. E há aquelas que, misturadas a tantas experiências de vida e profissionais, ajudaram a construir a forma como hoje observo uma questão.

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Com o tempo, compreendi que nenhuma formação, método ou ferramenta precisa ser maior do que a pessoa que está diante de mim.

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Por isso, hoje não parto de uma técnica para ser uma contribuição na vida de uma pessoa.

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Parto da questão para compreender que olhar, pergunta ou recurso pode favorecer uma nova percepção.

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Foi também da integração entre tudo o que estudei, vivi, questionei e precisei rever em mim mesma que nasceu o Essência Inata — e, mais recentemente, o Método VOLTA.

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Hoje atuo como Mentora de Autoconhecimento Feminino, Palestrante e Criadora do Método VOLTA, acompanhando mulheres em processos de auto-observação, consciência e escolha.

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Não para oferecer respostas sobre quem elas deveriam ser.

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Mas para criar espaços onde possam se escutar, reconhecer o que é seu, distinguir o que pertence ao outro, trazer sua energia de volta para si e, a partir desse lugar, escolher como desejam se posicionar, se relacionar e avançar no mundo.

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Porque, depois de viver tantas vidas em uma Cris só, talvez uma das minhas maiores descobertas tenha sido justamente esta:

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Além dos papéis, existe você.

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E é desse lugar que eu escolho continuar vivendo, aprendendo, experimentando e compartilhando o meu caminho.

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Cris Lacerda 🌷

O que faço
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